OBJETIVO: Este estudo comparou os resultados entre crian{\c{c}}as brasileiras e americanas quanto {\`{a}}omea{\c{c}}{\~{a}}o, familiaridade com o conceito representado e complexidade visual de um conjunto de 400 figuras M{\'{E}}TODO: Foram avaliadas 36 crian{\c{c}}as brasileiras (18 meninos) de 5 a 7 anos de idade com caracter{\'{i}}sticas semelhantes {\`{a}}s crian{\c{c}}as americanas. Os procedimentos e medidas empregados no estudo brasileiro foram os mesmos usados para a popula{\c{c}}{\~{a}}o americana permitindo compara{\c{c}}{\~{a}}o direta dos dados das duas amostras atrav{\'{e}}s de correla{\c{c}}{\~{o}}es rho de Spearman e testes t de Student. RESULTADOS: Foram observadas correla{\c{c}}{\~{o}}es positivas significativas para todas as medidas entre as amostras brasileira e americana. A an{\'{a}}lise qualitativa demonstrou que ambos os grupos deram nomes modais que diferem do proposto para 59 figuras. As crian{\c{c}}as brasileiras utilizaram nomes que diferem do proposto para 72 figuras nomeadas corretamente pelas americanas. As americanas nomearam diferentemente do nome modal 26 figuras nomeadas corretamente pelas brasileiras. CONCLUS{\~{A}}O: O conjunto de 400 figuras mostrou-se um instrumento adequado para uso em diferentes culturas. Contudo, {\'{e}} aconselh{\'{a}}vel evitar o uso de figuras que produziram inconsist{\^{e}}ncia de nomea{\c{c}}{\~{a}}o nas popula{\c{c}}{\~{o}}es brasileira e norte-americana em estudos em outras culturas com o mesmo grupo et{\'{a}}rio at{\'{e}} que normas espec{\'{i}}ficas estejam dispon{\'{i}}veis.